Pedro Galhoz não acredita no fim do disco físico e diz que "a prova disso é o regresso do Vinil. Embora muita gente se contente com o virtual, ainda há gente que gosta de mexer, sentir, folhear, etc.., no entanto, acho que o digital é uma boa plataforma de trabalho, pois permite-nos trabalhar a uma escala global". Relativamente ao projeto "Pedro e os Lobos" diz-nos que este "nasce de uma necessidade de continuar a compor música e a escrever". Relativamente ao disco, que sai já no dia 6 de outubro, refere que "UM MUNDO QUASE PERFEITO tem algo de irónico, é a minha forma de olhar o mundo ou pelo menos parte dele".
António Pinho Vargas é Compositor, músico e ensaísta. Licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é também detentor do Curso Superior de Piano do Conservatório do Porto e Mestre em Composição pelo Conservatório de Roterdão na Holanda. Em 2012 recebeu o Prémio Universidade de Coimbra, pela sua contribuição para a música contemporânea portuguesa e o Prémio José Afonso pelo disco Solo II. Este ano, com a obra "Magnificat para Coro e Orquestra", alcançou o Prémio SPA Autores. Daqui a alguns dias, no dia 1 de Outubro, será lançado o seu CD, "Requiem & Judas", pelo Coro e Orquestra Gulbenkian, na Naxos. Para António Pinho Vargas, este CD representa a concretização de um destino, o cumprimento de um projeto de vida.
Candymoon falam-nos um pouco da sua identidade. Entre o Folk e o Blues este projeto apresenta-se como uma banda que quer tocar, fazer música e contactar com o público. Sobre as novas realidades que envolvem o mundo da produção musical dizem-nos que consideram escassas as oportunidades para chegarem a mais público. No entanto, acreditam que a música atravessa uma época de mudança em toda a indústria, essencialmente na forma como o público tem acesso a esta. "Os canais tradicionais atravessam um momento de dificuldade seletiva e (...) os canais digitais tornaram-se a forma como as pessoas têm o primeiro contacto com um determinado projeto".