Dead Combo: “Não existe música portuguesa lá fora”

Dead ComboOs Dead Combo vão estar no próximo dia 6 de novembro no CCB para apresentarem um espetáculo único. Aproveitámos a oportunidade para fazer algumas perguntas a este projeto português que diz fazer música com Lisboa lá dentro. Entre muitas outras coisas, disseram-nos que a música portuguesa não é respeitada lá fora até porque esta não existe. «Não existe “música portuguesa” lá fora. Existe o Fado e mais meia dúzia de coisas que as pessoas conhecem. Tem de haver um esforço por parte do governo em exportar a música nacional à semelhança do que é feito em inúmeros países pelo mundo».

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Primitive Reason. Uma aventura musical com 20 anos.

Primitive ReasonGuillermo de Llera aceitou o nosso desafio para uma entrevista sobre a caminhada de 20 anos dos Primitive Reason. Não deixámos de falar também dos seus projetos pessoais. «Há muita coisa ainda por dizer. Não só artisticamente, mas também a nível académico, onde me encontro a acabar o mestrado de Etnomusicologia, o que me está a dar imenso prazer. Muitas das reivindicações que fazemos musicalmente nos Primitive Reason podem também ser feitas na literatura e também na arte. No fundo parece-me que estou sempre a dizer a mesma “coisa” mas em linguagens diferentes». Agora lançam a coletânea “WALK INSIDE: The Singles Collection” editado pela Kaminari Records e distribuído pela Sony Music Portugal. Segundo o nosso entrevistado este trabalho é «um presente; um fechar de ciclo; um toque para algo que virá de novo».

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Dom La Nena. Um violoncelo e uma voz.

Dom La NenaDom La Nena não compartimenta as suas competências. A compositora, a cantora e a instrumentista convivem num todo artístico. A este respeito disse-nos: «Tenho mais tendência a ver-me como um «todo» do que divida em “facetas”, na verdade. Mas se tivesse que dividir assim, acho que todas estariam no mesmo nível, não há predomínio: elas não existem uma sem a outra. Eu não seria cantora se não me acompanhasse com o violoncelo e se não fosse compositora, por exemplo...» Relativamente aos concertos que vai fazer em Portugal afirmou que tem vindo a apresentaro seu segundo disco, “Soyo”. No entanto o espetáculo também terá canções do “Ela”. «É um show muito intimista, no qual estou sozinha no palco, rodeada de instrumentos: meu violoncelo, minha guitarra, bateria, percussões, ukulelê, teclado, etc. Gosto de construir as músicas ao vivo, da mesma maneira que as construo em estúdio, quando gravo, e para isso utilizo um sistema de gravação ao vivo, com pedais de loops».

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