Massimo Mazzeo já passou pelas mais prestigiadas orquestras de câmara. I Virtuosi di Roma, I Virtuosi di Santa Cecilia, Accademia Strumentale Italiana, Musica Vitae Chamber Orchestra (Suécia), Caput Ensemble de Reykjavik são alguns dos exemplos de formações em que já atuou. O nosso entrevistado é Diplomado pelo Conservatório de Veneza e, numa contínua busca pela perfeição, continuou a estudar viola-d'arco com Bruno Giuranna e Wolfram Christ, e música de câmara e quarteto de cordas com os membros dos célebres Quarteto Italiano e Quarteto Amadeus. Massimo Mazzeo integrou ainda algumas das mais representativas orquestras do panorama musical italiano dirigidas por ilustres maestros, entre os quais se destacam Leonard Bernstein, Zubin Metha, Carlo Maria Giulini, Yuri Temirkanov, Giuseppe Sinopoli, Georges Prêtre, Lorin Maazel, Valery Gergiev e tem gravado para as editoras BMG, Erato, Harmonia Mundi France, Deutsche Harmonia Mundi, Nuova Era, Movieplay, Nichion e Dynamic.
Pela sua formação, passaram nomes como Pedro Carneiro, Miguel Bernat, Arthur Lipner, Conny Kadia, Alexandre Frazão, Denis Riedenger, Oliver Pelegri e Philippe Spiesser. Bruno Estima, que até iniciou a sua aprendizagem musical pelo piano, é hoje respeitado pelos seus pares e divide a sua vida entre a performance musical e a carreira docente. Fez e faz inúmeros workshops e já lecionou no Conservatório da JOBRA em Albergaria. Atualmente é professor na Escola de Artes da Bairrada e lidera o projeto CRASSH. Bruno Estima mantém também uma estreita colaboração com a Casa da Música cooperando com o Serviço Educativo.
Frankie Chavez falou com o XpressingMusic sobre as suas influências musicais, o seu percurso de aprendizagem na área da música, as suas viagens e sobre o seu último trabalho "Heart & Spine". O nosso entrevistado considera que a música em Portugal vive um momento próspero como nunca tinha tido e que nada se faz lá fora que não conheça paralelismos e até melhores exemplos no nosso país. Acabado de passar pelas FNAC's e pelo Rock in Rio, Frankie Chavez prepara-se para mais alguns festivais por onde irá passar, como por exemplo o Super Bock Super Rock. O último disco tem a etiqueta Universal Music e isso reflete, na opinião de Frankie, a evolução de que tem sido alvo o trabalho que realiza.