Mayra Andrade. Uma voz de Cabo Verde em entrevista.

Mayra AndradeMayra Andrade é uma voz de Cabo Verde que tem encantado o mundo. No início de novembro virá a Portugal para, mais uma vez partilhar o seu espetáculo com o público luso. A este respeito disse-nos: «Vou a Portugal com os músicos que tocam habitualmente comigo e que já tocaram comigo um pouco por todo o mundo. É um concerto que está bem rodado pois estamos a fazê-lo já há dois anos, sendo que os primeiros até foram aqui em Portugal. O espetáculo tem ganho muita força e consistência. Acho que estou a cantar as músicas muito melhor, logo, para mim, este já é um concerto muito diferente daquele que fazíamos há dois anos atrás. Para além disso vou ter dois convidados muito especiais no Porto e em Lisboa que são a Sara Tavares e o Pedro Moutinho e me vão dar a honra e o prazer de partilhar o palco comigo».

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Carlos Tê. Uma conversa em torno da sua carreira.

Carlos Tê

Carlos Tê é o autor de letras de inúmeras canções que fazem parte do imaginário de várias gerações de portugueses. Nesta conversa, uma das coisas que nos chamou a atenção foi o carinho com que fala dos seus poemas, chegando mesmo a afirmar: «cheguei ao ponto de colaborar na produção porque eu olhava para as letras como pequenos filhos e achava que os músicos eram muito insensíveis e que poderiam destruir aquilo. Tive que dizer muitas vezes: “Olha que isto não pode ir para ali ou para acolá”. Assim, estando lá, eu poderia defender as minhas letras, ou pelo menos poderia conciliar os vários polos. É nesse jogo de conciliação das coisas que está o ganho muitas vezes. Posso mesmo afirmar que, não raras vezes, salvei o tema. Não a letra em si mas o tema como um todo. Uma coisa que não consigo é deixar passar uma coisa com argumentos do género: “Olha, não está como eu quero, mas está bem... está razoável..., está bonitinho.” Não. Enquanto estamos no processo temos que tudo fazer para que saia dali algo com que nos sintamos bem».

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Bruno Santos. Entrevista ao vencedor do Prémio Jovens Músicos em Trompete.

Bruno SantosBruno Santos não começou pelo trompete mas, o efeito e o impacto criado por este instrumento no seio de uma orquestra, cativou-o ao ponto de se dedicar de corpo e alma ao mesmo. Os nomes que mais o influenciaram até ao momento e a presença constante do exemplo do seu irmão foram alguns dos temas que nos ocuparam nesta breve entrevista ao jovem que conquistou o Prémio Jovens Músicos em trompete. Bruno não exclui a possibilidade de ir aprofundar os seus estudos para o estrangeiro mas tocar em Portugal é um objetivo que fica claro quando nos diz: «Gosto do meu país e em Portugal há boas orquestras e bons executantes». Tem os pés bem assente na terra e remata esta entrevista dizendo: «Neste momento quero acabar o 12º ano na escola Profissional Metropolitana e ingressar no ensino superior para melhorar e valorizar os meus conhecimentos».

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