Postcards. Unidos pela música.

PostcardsNo dia em que dão início a uma tournée por Portugal, publicamos uma entrevista aos Postcards. A razão de terem tantos admiradores é explicada por eles da seguinte forma: «Muitas pessoas não são realmente fãs do folk, especificamente, mas gostam de nossa música. E eu acho que em lugares como o Reino Unido ou a Europa, as pessoas estão acostumadas com este estilo musical que, por isso, “fala com elas”». Os Postcards são Julia Sabra no ukulele, bandolim, guitarra e voz, Marwan Tohme na guitarra e coros, Pascal Semerdjian na bateria, harmónica e coros e Rany Bechara no baixo, teclas e coros. Trazem na bagagem o EP Lakehouse lançado em 2013 assim como temas do novo What Lies So Still, acabado de lançar. Chegam-nos de Beirute, Líbano e, até agora, fizeram a primeira parte de concertos de vários artistas internacionais como Beirut, The Royal Concept e Wanton Bishops, entre outros.

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Lino Guerreiro. O saxofone e a composição.

Lino GuerreiroLino Guerreiro vive entre dois mundos: o do saxofone e o da composição. Nesta entrevista ficámos a conhecer melhor o percurso deste músico português que nos diz que «Cada vez mais o saxofone português é reconhecido pelo mundo inteiro. Talvez não tenha a mesma visibilidade que um clarinete porque no fim de contas não ingressa numa determinada orquestra, ou mesmo enquanto solista o saxofone aparece menos, e talvez por isso a ideia de reconhecimento não chegue ao nosso país». São muitos os projetos em que está envolvido. Embora se dedique ao ensino na área da composição, diz-nos que se sente um saxofonista ativo. «Continuo a ser um saxofonista ativo e muito do trabalho que faço é justamente na área que gosto».

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Diego Galaz. Um violinista diferente.

Diego GalazNo dia em que Diego Galaz se apresenta num espetáculo único em Coimbra, no Salão Brazil, fazendo-se acompanhar dos portugueses Zé Perdigão e Ricardo Silva, publicamos esta entrevista. Possibilitamos assim aos nossos leitores conhecerem um pouco melhor este músico que, partindo do violino, sobe ao palco com outros instrumentos tão diversos como interessantes. O espetáculo promete divertimento e uma certa informalidade até porque como nos disse: «Tento sempre que os meus concertos sejam divertidos, informais mas com uma proposta musical que se baseia num trabalho sério. Aposto na proximidade com o público e gosto de tocar no meio das pessoas». A proposta para o espetáculo de Coimbra é combinar a música popular espanhola e o fado e Diego encara-o de uma forma muito positiva dizendo: «A oportunidade de tocar com alguns dos melhores músicos de Portugal é uma forma maravilhosa de desfrutar e aprender».

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