Eduardo Raon… e uma harpa rebelde.

Eduardo RaonEduardo Raon tem levado as suas sonoridades aos quatro cantos do mundo. As suas vivências artísticas diversificadas levam-no a encarar de forma descomplexada as suas produções. Diz-nos que «há um estereótipo associado ao instrumento que é inevitável. Por outro lado, sinto que a música ou músicas que apresento têm uma pertinência/coerência com a mensagem que, de algum modo, torna menos doloroso e até natural o estilhaçar da imagem inicial da harpa. Embora não seja um objetivo meu, o de mudar a imagem da harpa para quem me ouve ou vê, porque a minha abordagem resulta sempre de necessidades que a situação me exige, daí a utilização de processamento eletrónico e outros. Confesso que me dá algum prazer poder mostrar que a harpa também tem outras facetas, outras possibilidades e que tem qualquer coisa de mostrengo adormecido. Uma besta potencial que raras vezes se manifesta e que se esconde sob a capa do agradável».

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Lâmpada Mágica. Música e amor para e pelo público.

Lâmpada MágicaOs Lâmpada Mágica nasceram no início deste ano e mostram uma enorme vontade de fazer música e espalhá-la pelo mundo. Não se comprometem com nenhum género específico mas dizem que o jazz, o funk e a world music estão bem presentes na música que nos trazem. Com elementos dotados de formação musical sólida, este projeto assume as dificuldades inerentes à promoção e divulgação do projeto como meros desafios que facilmente se ultrapassam com a enorme vontade que têm de partilhar música. São portanto um projeto do tempo que se vive, perfeitamente enquadrado e adaptado às contingências da globalização. «É factual que nos encontramos perante a era da globalização, logo a quantidade e variedade de coisas no mercado é enorme. Seria também fácil dizer que nos encontramos num período controverso da música portuguesa devido aos cortes na cultura, devido à falta de formação musical e auditiva que de uma forma geral sempre existiu em Portugal, contudo, cabe aos músicos de agora lutarem por uma alteração da maré e trazerem a mudança plantando nova música pelo país fora».

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João Barroso. Um oboé em português na Itália.

João BarrosoJoão Barroso é mais um músico que enche de orgulho Portugal e os portugueses. Recentemente foi vencedor da audição para oboísta solista da Orquestra do Teatro Regio di Torino, em Itália. É nessa grande conquista que está focado embora tenha outros projetos para concretizar. «Neste momento não tenho muitos projetos externos à orquestra. Tenho no final deste mês um concerto como solista com o Rudolf Koelman, ex-Concertino da Orquestra Concertgebouw. Fazemos o Concerto para Oboé e Violino de J.S. Bach. No próximo ano farei uma pequena digressão pela Suíça, com gravação de CD, com o Concerto de B. Martinu para Oboé e pequena orquestra, com a Orquestra Nacional de Jovens da Suíça. Mas estou acima de tudo muito entusiasmado por começar esta nova etapa em Turim. Esse é o meu maior projeto de momento».

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