Manuel Luís Azevedo desvenda a sua carreira e fala-nos do projeto “Duo de Trompete e Órgão de Tubos”
Manuel Luís Ferreira de Azevedo, trompetista e maestro, conta com vários reconhecimentos públicos do seu valor. Dos vários momentos altos da sua carreira, podemos dar, a título de exemplo, o facto de ter sido solista na Ópera de Gian Carlo Menotti "The Médium – Baba, a espírita", dirigida pelo maestro Gaetano Soliman e de ter tocado o concerto em Ré Maior de Giuseppe Torelli, acompanhado pela Orquestra do Conservatório de Música do Porto, sob a direção do Prof. Kamen Goleminov. Fez o Bacharelato em Trompete na ESMAE na classe do Prof. Kevin Wauldron. Manuel Luís Azevedo é também licenciado em Trompete pela Escola Superior de Música de Lisboa, tendo frequentado as classes dos professores David Burt e Steven Mason. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e participou no II Estágio da Banda Sinfónica da Covilhã, como orientador da classe de Trompetes. É também membro do grupo de metais do Porto Solemnium Concentus e da Banda Sinfónica Portuguesa, tendo com esta última, tocado a solo o "Carnaval de Veneza" de Arban. Fez parte do júri dos II, III e IV Concursos de Trompetes da Póvoa de Varzim.








O XpressingMusic foi ao encontro da violetista Raquel Bastos. A nossa convidada tem aparecido em recitais a solo e com vários grupos de câmara em países como Portugal, Reino Unido, Alemanha, África do Sul, Estados Unidos, China e Austrália. Estabeleceu-se na Austrália, integrou a Orquestra Sinfónica de Queensland, e tem vindo a desenvolver a sua carreira em Brisbane, tocando com vários artistas de reconhecido valor incorporando vários grupos de câmara, tais como Southern Cross Soloists, Collusion, The Badinerie Players, os quartetos de cordas Anima e Norablo, entre outros.


