Luísa Rocha. O fado inato.

Luísa Rocha«Este é um período muito particular no fado. Todos os dias aumenta a curiosidade de conhecimento sobre o género musical que representa grande parte da nossa cultura. A minha memória vai até á instrução primária, quando dizia que queria ser fadista. Os olhares perdiam-se sobre mim, como se eu fosse uma raridade. O Fado tem que ocupar o lugar que merece, principalmente em Portugal. Foi neste sentido que tantos fadistas, como por exemplo a nossa saudosa Amália Rodrigues, o dignificaram e projetaram tanto a nível nacional como internacional. Se hoje o fado atravessa um bom período, foi porque as gerações anteriores trabalharam e acreditaram que era possível!» Luísa Rocha

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Gero Camilo. Música, poesia e teatro num só corpo.

Gero Camilo«Se dermos um caderno e um lápis a uma criança, ela desenvolve a sua criatividade relativamente a esses suportes, logo, quando você potencializa o ser humano em qualquer área no sentido de facilitar o acesso aos mecanismos de produção, seja no cinema, seja no teatro, seja na fábrica ou em qualquer outro ramo profissional, vai haver uma evolução rumo à felicidade. Esse ser humano vai conseguir realizar as suas potencialidades. Mas o que acontece quando existe uma desigualdade social muito grande e os mecanismos tecnológicos estão apenas nas mãos de alguns, é que vai haver uma parcela grande da sociedade que não vai conseguir criar, não vai conseguir desenvolver os seus projetos. O acesso à tecnologia e à internet não faz melhores nem piores músicos mas potencializa humanamente essas pessoas para que elas consigam ter onde fazer os seus laboratórios». Gero Camilo

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Christopher Koppitz. O oboé e o reconhecimento internacional.

Christopher KoppitzChristopher Koppitz em entrevista ao XpressingMusic falou-nos dos momentos que mais o marcaram até aos dias de hoje. «Tive muita sorte em poder tocar como 1º oboé em orquestras como a “Gustav Mahler Jugendorchester”, a “Deutsche Kammerakademie Neuss”, a Orquestra “Spira Mirabilis”, “Württembergisches Kammerorchester Heilbronn” entre outras. Foram sem dúvida momentos inesquecíveis. Ao trabalhar com Maestros como Jonathan Nott, David Afkam Lothar Zagrosek, entre outros, aprendi muito sobre sobre música e como tocar em orquestra». Relativamente a um possível regresso a Portugal, é algo que está, para já, fora de questão. Diz, no entanto, que o ensino de oboé em Portugal é de grande qualidade: «(...) Os professores são ótimos e estão a fazer um excelente trabalho com os alunos. Infelizmente penso que as oportunidades para seguir uma carreira musical em Portugal são limitadas. O reduzido investimento financeiro por parte do estado e os cortes orçamentais nas escolas dificultam bastante a situação cultural em Portugal».

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