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Luís Costa aceitou responder às perguntas do XpressingMusic. Nesta entrevista quisemos passar em revista alguns momentos da sua formação enquanto pianista sem esquecer a carreira enquanto performer. Luís Costa revelou-nos ainda que irá fazer em breve concertos na China, Tailândia e Espanha. Luís costa voltará a tocar também em Portugal, estreando-se em Lisboa, no CCB. Em breve editará também dois CD's, um a solo e um em duo com o seu irmão Fernando Costa, Violoncelista.
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O maestro Luís Miguel Clemente aceitou o nosso desafio e respondeu às nossas questões. Disse-nos que "na área da direção de orquestra, quando maior for a experiência e a atividade, melhor! A direção de orquestra é uma área que requer preparação, conhecimento e experiência, muito para além da música per si sendo que tudo aporta e contribui para o desenvolvimento das ferramentas necessárias para desempenhar esta profissão". Adiantou ainda que "Finalmente estamos a conseguir acompanhar o excelente nível artístico desta geração de instrumentistas. Existem projetos muito interessantes, músicos e professores excelentes e, nesse aspeto, Portugal não fica atrás de nenhum país. Onde ainda temos um grande caminho a percorrer é relativamente aos apoios, nomeadamente sponsors e mecenas para a área cultural. Refiro-me a um nível empresarial e não apenas a apoios estatais".
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Fomos à Escola de Artes da Bairrada, no Troviscal, onde tivemos uma agradável conversa com o trompetista Luís Granjo. O nosso entrevistado venceu recentemente a primeira edição do Concurso Trumpetland Stars Competition 2014. Luís Granjo terá assim a possibilidade de tocar a solo, no próximo dia 21 de abril de 2015, o Concerto de Hummel para trompete inserido na série Grandes Clássicos do Auditório Nacional de Madrid, acompanhado pela Orquestra de Santa Cecília dirigida por Kynan Johns. Iniciou a sua formação no Conservatório de Música de Aveiro, prosseguindo mais tarde os seus estudos na ESMAE. Abraça a carreira de performer juntamente com a de docente integrando atualmente, como trompete solista, a Orquestra Sinfónica do Porto e enquanto docente o Conservatório de Música do Porto e a Escola de Artes da Bairrada.
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Luís Portugal recebeu-nos em Estarreja para uma conversa onde viajámos pela sua vasta carreira. O regresso do Jafumega foi obviamente um tema incontornável. Jafumega que subirá ao palco com a Filarmonia das Beiras para um concerto único no próximo dia 20 de junho no Cine-Teatro de Estarreja. Luís Portugal: "Sempre consegui fazer várias coisas. Não sei se bem ou mal, mas nunca me fechei numa gaveta dizendo que sou cantor e não faço mais nada. Quando as pessoas me colocam essas alternativas de fazer, dentro da arte, projetos diferenciados, vou sempre aceitando por gostar de novos desafios. Já fiz coisas para crianças, depois veio a escrita criativa... Vamos ganhando gosto por estas coisas e depois tenta-se conciliar (...) vejo a arte num contexto de expressões artísticas integradas. Já fiz produções de teatro, encenação, portanto considero que a arte deve ser um todo no qual podemos percorrer vários caminhos".
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O nosso convidado dispensa apresentação pois o seu caráter enquanto homem, cidadão, músico e compositor é, de todos, conhecido. Luís Represas "canta-nos histórias" desde 1976 e a sua voz já entrou pela casa de todos nós inúmeras vezes. Homem de causas, nunca desistiu de ir à luta e de usar as suas armas, ou sejam, as palavras revestidas de profundas melodias e "embrulhadas" em ricas e inteligentes orquestrações. Nas linhas que se seguem tentamos mostrar aos leitores do XpressingMusic como Luís Represas trabalha a música, com a música e para a música, numa carreira que já conta com largos anos e que promete continuar com o mesmo vigor e com a mesma crença que continha em 1976 quando fundou a banda Trovante.
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Luísa Barriga, embora muito jovem, conta com inúmeras participações como Cantora Solista e Estudiosa na Área do Canto Lírico em contextos diversos. Fez parte do Estúdio de Ópera do Porto, criado na Casa da Música, ente 2001 e 2006 e apresentou-se em diversas salas de espetáculos em Portugal, em récitas de óperas, recitais de música de câmara e concertos. Gravou para RTP e RDP recitais de música de câmara e óperas e colaborou com várias personalidades ligadas ao meio musical e teatral nacional e estrangeiro desde a sua formação até à data presente. Como docente, colabora com a Academia de Música Valentim Moreira de Sá em Guimarães e com a Escola de Música de Perosinho. Ainda nesta qualidade já colaborou com Bando dos Gambozinos (Porto) e Orfeão da Feira, Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, Centro de Estudos Musicais do Porto e Conservatório de Música de Beja.
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O compositor Luís Tinoco acedeu ao nosso desafio para uma entrevista onde os nossos leitores poderão ficar a conhecer melhor o seu percurso académico e profissional. “Identificava-me com a música escrita por vários compositores britânicos - Birtwistle, entre outros - e, na Royal Academy, encontrei um ambiente de estudo estimulante e toda a liberdade que procurava para continuar a procurar uma linguagem musical própria. A variedade, de correntes estéticas, oferecida em Londres era francamente mais alargada do que aquela que eu tinha encontrado no meu país. Hoje, o contexto do ensino da Composição em Portugal é inquestionavelmente mais plural e aberto – comparando com o que tínhamos na década de 90. Na altura havia uma certa asfixia no ensino que era depois prolongada na forma como a música contemporânea era programada em Portugal. Em países como a Inglaterra, entre outros, podíamos encontrar um contraponto a esta realidade e foi essa liberdade que verdadeiramente me levou a estudar em Londres”.
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O XpressingMusic foi desta vez ao encontro dos Macadame. Este projeto de Coimbra aposta na recriação da música tradicional portuguesa seguindo uma linha de inovação e contemporaneidade, o que traz ao grupo novas sonoridades e ambiências.
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Temos hoje o privilégio de ter connosco a Professora Luísa Caiano.
Nos próximos instantes tentaremos saber mais sobre esta Pianista, natural do Porto que abraça a música em várias frentes.
Professora, Concertista e Diretora Pedagógica do Curso Silva Monteiro, Luísa Caiano mostra-nos como consegue conciliar todos estes aspetos com a sua vida pessoal.
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«Este é um período muito particular no fado. Todos os dias aumenta a curiosidade de conhecimento sobre o género musical que representa grande parte da nossa cultura. A minha memória vai até á instrução primária, quando dizia que queria ser fadista. Os olhares perdiam-se sobre mim, como se eu fosse uma raridade. O Fado tem que ocupar o lugar que merece, principalmente em Portugal. Foi neste sentido que tantos fadistas, como por exemplo a nossa saudosa Amália Rodrigues, o dignificaram e projetaram tanto a nível nacional como internacional. Se hoje o fado atravessa um bom período, foi porque as gerações anteriores trabalharam e acreditaram que era possível!» Luísa Rocha