André Viamonte. A entrevista e o single “To MyselfTown”.

André Viamonte

André Viamonte partilha com os nossos leitores o percurso que o levou até ao disco que agora é lançado. O concerto de apresentação do álbum no Teatro Ibérico deixou o artista ainda mais motivado para continuar esta caminhada musical. «Tivemos a sala absolutamente cheia. Foi um concerto muito intenso com pessoas no público e nós no palco numa constante partilha, não só dos temas, mas sobretudo nas emoções que esses temas transportam para o interior de quem os ouve. Os temas refletem estados de alma e de vivência que dizem muito às pessoas. Temáticas que não são fáceis de admitir no dia-a-dia e que no momento em que as ouves fazem com tenhas de digerir esses assuntos. É fácil chorar nos meus concertos e foi isso que aconteceu de uma forma espetacular na apresentação do disco».

André Viamonte, muito obrigado por ter aceitado este desafio. A música foi sempre uma constante na sua vida? Quando começou a abraçar o mundo das canções?
Esteve sempre presente na minha vida. Lembro-me de fazer parte de um musical aos 5 anos e de nunca mais querer parar de cantar.

Kevin Murphy, Michele Ferrero e a Mariza são alguns dos nomes que o elogiaram de forma clara. Sente nesses elogios a recompensa pelo(s) caminho(s) trilhado(s) até ao momento?
Sinto uma recompensa enorme. São pessoas que estão ligadas de uma forma muito intensa à indústria e à música e são naturalmente elogios que me fazem querer continuar ainda com mais empenho.

André Viamonte

O seu trabalho enquanto músico tem sido trilhado de uma forma mais solitária ou tem reunido junto de si uma equipa da qual não abdica?
Neste primeiro álbum, o meu trabalho enquanto compositor foi apenas comigo próprio numa primeira fase e depois de os temas estarem estruturados juntaram-se a mim músicos extraordinários que sentem isto como sendo deles e que me têm apoiado de forma incondicional. É com eles que quero continuar a trabalhar e de preferência por muitos e longos anos.

O single de apresentação do seu disco chama-se “To MyselfTown”. O que nos pretende dizer com este tema?
Que se derrubem barreiras e que se construam cidades. É importante que as pessoas façam das suas fraquezas as suas maiores armas. O vídeo reflete isso de uma forma bastante clara.

André Viamonte, To MyselfTownO seu disco é um sonho agora tornado realidade?
Era algo que tinha de realizar forçosamente. Demorou mais tempo do que era expectável por uma diversidade de razões mas sinto que acabou por ser editado no momento certo.

Como foi a reação do público ao concerto de apresentação do álbum no Teatro Ibérico?
Tivemos a sala absolutamente cheia. Foi um concerto muito intenso com pessoas no público e nós no palco numa constante partilha, não só dos temas, mas sobretudo nas emoções que esses temas transportam para o interior de quem os ouve. Os temas refletem estados de alma e de vivência que dizem muito às pessoas. Temáticas que não são fáceis de admitir no dia-a-dia e que no momento em que as ouves fazem com tenhas de digerir esses assuntos. É fácil chorar nos meus concertos e foi isso que aconteceu de uma forma espetacular na apresentação do disco.

Já há mais datas para apresentar o seu trabalho ao vivo?
Estamos a ultimar o lançamento do disco físico e de seguida pretendemos mostrar este trabalho em várias salas do País e já existem contactos para marcação de espetáculos fora de Portugal que devem ocorrer no último trimestre deste ano.

Há mais sonhos para concretizar em breve?
Este álbum é apenas uma parte do sonho. Vamos vivendo sonho a sonho, passo a passo e desfrutar ao máximo desta experiência.

Muito obrigado pelo tempo dedicado aos nossos leitores. Na sua música há influências musicais muito específicas? Quais os músicos ou as bandas que mais admira?
Ouço um pouco de tudo. Não consigo ter um artista favorito. Gosto de temas de géneros e artistas díspares entre si. Já os músicos, é fácil - os meus! (risos)

André Viamonte. A entrevista e o single “To MyselfTown”.

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